Das profundezas do esquecimento,
Um pedido ao tempo:
A poesia sem palavras
Livre das leis
Que distanciam a justiça
Tal qual a mulher que ganhou meu coração ensinou
Calar pra poder sentir,
E alcançar lugares
Franqueza é vital pra perceber
A beleza dos verdadeiros olhares
Todo dia sonha com a paz,
A mesma agonia
Clama por água alguma planta
Ao lado debruçada na janela uma pessoa
Lamentando a vida fria
No âmago a vertigem da consciência
E os toques dos amigos, também!
Fale pouco, fale pouco!
E ao encontrar o silêncio,
Amém!
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
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