quarta-feira, 8 de maio de 2013

Luz escura

Luz escura


Luz escura, vem devagarzinho!
Vai, segue o teu caminho...
Tentando entender, todas essas coisas.

Pulsa o sangue, firma a dúvida, desmuda o tempo,
Sangra o riso, celebra a tristeza, desdenha a disciplina,
Convida a abelha rainha a provar o mel mais vagabundo...

A fúria racional ressuscita outra vez. Eles querem vingança.
Alguém se desespera, só queria primavera, mas nasceu no meio da batalha.
Vejo horror nos olhos do irmão.
E por isso hoje canto, sem paixão.

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