terça-feira, 17 de setembro de 2013

Cigano sem pátria

Cigano sem pátria
Ofertada a Frederick Perls


Um homem... qualquer homem!
Cigano sem pátria, distante do seu tempo.
Andarilho da onda, mas negava a crista,
Da travessia trágica rumo ao autoritarismo

Para atravessar o coletivo,
Transcender entendimento!
Viagem, passagem, ode errante,
Lapidando intuição ao movimento autêntico
Novos olhares, novos sentidos...

A busca desenfreada que aprisiona,
Fragmentos genuínos outrora relembrados.
A liberdade que não integra o desconhecido,
Cega o encontro verdadeiro...
Crescimento, dizia, leva tempo!

Aqui, agora e o preço que se paga,
Por seguir as leis
De uma terra de ninguém

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