Janela aberta
Das coisas que sei,
Não sinto!
A calma leve do vento
Sereno doce de quem
O tempo esqueceu...
De tudo que não sei,
Pressinto!
O brincar faceiro das ondas
A rigidez flexível do mar
Dela me despedi cantando...
Por que se preocupar?
Janela d´alma aberta
Feito ninho de passarinho
Que o amor bem de mansinho
Um dia há de chegar.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
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