O amor que sinto
Por esse bem
Que tem outro alguém
Está aquém,
Do meu entendimento
Não me entenda mal
Não sou o tal
Sou feliz.
É que exagero no meu jeito,
De querer amar para viver
Mas esse bem, entretanto, entre tantos,
É razão de alegrias e prantos.
Porque a ele entreguei o meu zelo, o meu canto,
Nos meus caminhos e sonhos errantes.
Faz tempo que não o vejo.
No último encanto, estávamos juntos.
E não houve sequer um olhar,
Quando ela contou que novo vento buscaria
Ventania...
Brindei esse amor com poesias!
Que falam do encontro dos abismos,
Do laço do nó...
Doeu. Foi sem dó.
Mas também ficou um novo verso
Flutuante, dono de suaves instantes,
Que gosto de cantar:
Nada acaba meu amor
A vida continua
Quem deixar a alma nua
Saberá recomeçar
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
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