sexta-feira, 27 de julho de 2012

O que vejo?

Vestígios bárbaros de um tribunal antigo,
Composto pelo mofo de conquistadores velhos.
Homens sem nenhum escrúpulo,
Assassinando com a armadura da indiferença
O brilho nos olhos de jovens sonhadores.


Mas ainda que sob a hegemonia dos dogmáticos
As batalhas mais difíceis são mesmo as internas!
Para cultivar o sentido na felicidade e não na glória
E tornar real o teatro da vida


Mesmo que a tarefa esteja sempre inacabada
E as questões nunca se esgotem,
Ainda que o tirano interior se queixe da própria superficialidade
E que os desenganos apontem as contradições do idealista,
Prometo manter vivo o sonho!


Não se pode desistir de si mesmo
Não se pode desistir da vida

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