Metáfora do nome do Pai
Ofertada a Jacques Lacan
Entardecer do céu...
Ser azul ainda claro,
No escuro do dia.
Lembranças imponentes,
De sensações desconhecidas:
Homens me falam de coisas...
Homens tantas coisas falam.
Coisas e coisas e mais coisas,
de homens.
Ainda que me esforce,
Que ouça atentamente
A mente que mente,
Meu coração se nega.
A gente pensa que escolhe a poesia que carrega o caos de estar em paz ao deixar-se pra trás em meio ao cais onde nada jaz ao pensamento...
A metáfora do nome do pai, é ilusão de entendimento!
Pra raça que não escapa da cegueira,
De não ser contentamento,
Pra ter razão a vida inteira.
domingo, 14 de abril de 2013
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