sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Devir das coisas claras

Ao passo do tempo, um olhar distante. E triste, errante.
O sentir andarilho do confuso navegante. Voltou, partiu.
Tentou chorar e não conseguiu. Acabou o amor.

Deixou pela serra sementes, seus cabelos, e prantos.
Também gratidão, orações e saudades. Amanheceu a noite.
Ei! Olha lá aquele menino! O devir das coisas claras...
Um desenho sem nexo, o plano de quem trocaria,
A liberdade por um chocolate.

Mas ela me encanta, com seu D de devir,
Um grande sentir e um nome francês.
Eis a questão!
Complicado demais, pra um pobre rapaz,
Que perdeu sua paz...
Em busca do amor.

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