A poesia quando quer desconserta todas as respostas
E exige de mim que desvende as perguntas
Que será que há além do que virá?
Cheguei ao velho sonho, pintei o meu caminho, quando dei por mim não mais sozinho, marcas das crianças por toda parte, eis a multiplicação da arte...
Cheguei com novos sonhos, inventei minha aquarela, quando vi já era nossa, idosos ensinavam a direção, dando as mãos na oração...
Esqueci a concordância lá em casa, mas veja só a graça, posso ir buscar a pé, cumprimentar o Zé, da família recordar...
Meus pais, minha família, minha menina, e a maestra poesia, mostrando que o segredo da vida é a ciranda, a tarefa dividida, como cresce, como anda...
Ame, seja grato, peça licença, trabalhe.
E tudo virá...
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário