Deixei o mar levar...
Tudo aquilo que guardei
E tanto queria dar
Entre sonhos e carnavais,
Desejos da carne por vezes banais
Encontrei uma imensa vontade:
Cantar essa doce saudade
Do sorriso daquela menina
Coração aberto, mesmo vivendo a sina
De saber a partida iminente, um limite entre nós.
O que fazer? Me afastar? Insistir?
Por ela, voltei a chorar...
De luz.
E assim, descobri outra vez o quanto a vida é boa.
Fazendo coisas de menino, imaturo e bobo!
Apaixonado de novo.
Sorte é ter
Amor pra dar
15/02/2015
segunda-feira, 9 de março de 2015
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