Ofertada ao amigo Paraense Silvio Nairod
Ele se alimentava de sonhos.
A mesa farta... Histórias, encontros e fantasias.
Amigos brindam a eternidade,
De cada ciclo que teve seu fim.
Que importa? Somos todos passagem
De uma mesma viagem, sem destino final.
Viver é um grande delírio e a dor pulsa a tara,
No vai e vem da maré, de cada coração...
Nenhuma lida é vã.
É preciso aprender a amar a sua.
Fazer amor com ela!
Com beijo na testa, vertigem e café da manhã.
O amanhã não pertence a ninguém.
Um dia de violão em Gurupá.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
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