segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Beijar a calma

Ontem de manhã o sopro do agora
Revelava marcas de amor
Na curva do instante o não sonhado adiante
São delírios, beijos e calor.

Que força é essa, que nunca acaba?
Reflete a visão dos cegos no espelho d´água
Me pediu a dor, aurora para sorrir
O cansaço, um dizer manso,
O amor nunca tem fim.

Sons do mar
São fogo n´alma
Arder, a paz
Beijar a calma

Beijar o mar

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