Em uma rede de sonhos colorida, foi levando a vida,
Rumo a um novo lugar.
Nem sequer se perguntou, quando o seu lar deixou,
Onde queria ou iria chegar.
Depois veio o tempo passando, a fome observando,
Anunciando pelo que lutar.
Na bagagem: saudade, mudanças, amizades,
O bem que plantou - versos pra cantar.
Descobriu, ao atravessar os medos e adentrar temporais,
Que a maior das riquezas é a paz.
Em seu voo sublime, tornou-se parte das cores do céu,
E das velhas formas do viver.
De tanto contemplar a labuta dos homens, pôde enfim entender:
Que a escuridão, num sonho era livre, ao ser
Você por um instante...
Pássaro da manhã.
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
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