Recordações
Recordações,
São estrelas.
Brilham no vasto céu do meu coração...
A perda de razão,
Não se pode esquecer.
É presente a loucura que habita as esquinas do teu sorriso,
Na vertigem dos meus olhos.
Ainda sangra no peito a estúpida verdade!
Por casualidade, um clichê:
Só valorizamos o infinito,
Quando já não podemos tocá-lo.
Ruas desertas...
Posso suportar a solidão com alegria.
Mas não a idéia de que não te verei outra vez.
Chove em toda parte –
Céu, olhos, coração...
É bom estar vivo!
23/02/2014
Domingo pelas ruas de Gurupá/PA
Lembranças de Sevilha
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
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