Pra espantar toda aquela velha hipocrisia.
O que se diz pouco importa
Pouco importa
Não faz a canção
O que se sente
O que se mostra
No dia a dia
Pra espantar tanta hipocrisia
Aí sim vou lembrar da dona Maria
Na sua cozinha, fazendo o rango
Pros meninos poderem correr
Um dia de sol, e celebrar
Um simples motivo, um velho desenho,
Sem nenhum desdém,
Tudo era importante.
Um simples abraço, vale tanto mais, que qualquer diamante,
Que qualquer diamante...
É nossa vez, é nosso tempo,
Não tem Belchior, não tem caetano,
Não tem pra ninguém.
É nosso tempo!
É nossa vez...
Tanto pra falar
Tanto pra contar
Nossas dores de amor
Ôuôô... de amor!
AhAhhhh
Vai Samuel!
Vai Samuel!
Agora a peteca, tá com você!
... Boa noite cidade!
Coff! Coff!
Acho que engoli um carapanã.
Vim da Bahia! Para engolir, um carapanã.
(Aqui em Gurupá!)
Azar o teu que não foi mordido pela própria maçã,
Que expulsou adão, do paraíso.
Sem nenhum prejuízo, numa tempestade...
Me falou que o azul era vermelho também.
Devia tá doidão, do coração...
- E aí Lora, beleza?
- Peraê menina, assim dói!
- Dói ou sente cócegas?
- Eu peguei assim ó, como é que dói?
- É dor de cócegas.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário