Acontece, na mente, uma viagem interminável.
Desejos labirintos, ilusões com guardiães;
Um verdadeiro império impenetrável, repleto de luminosidades sombrias habitando suas profundezas rasas.
O desconhecido está no controle. E diverte-se, gerindo o suposto saber de um ser acerca de um tema leviano: sua própria existência.
Tudo bem.
Ainda resta o amanhecer, o som do mar, o beijo do vento e da saudade do que passou e do que está por vir...
Vê? Tal qual serpente a mente, mente. Engana. Profana.
Só o amor ensina a sina assina.
Quanto a mim, não sirvo pra ser anjo. Sinto culpa por ter asas.
Também por isso,
Oro:
Divino Pai do céu, da terra e de tudo que há,
Daime clareza e firmeza pra amar,
Humildade e propósito para viver,
Gosto de infância para trabalhar.
Gratidão, por poder sonhar.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
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