Amorosidade
Os sorrisos que me foram dados de graça
Deixei ir, deixei ir
O silêncio que o vento soprava na praça
Me fez rir, de mim
E os delírios dançavam na praia
Sintonizando a corrente do bem
Na alegria árdua de bastar-se
Presente o vosso santo amor
Oh Pai! Tão generosa 'és' a mangueira
Que os homens passam e não veem
Oh mãe! O velho senhor a carregar sua bandeira, da paz
E tão só parece ser...
Ainda que pouco ou nada compreenda
Da terra e do astral
Entrego aos puros e aos profanos
O melhor que posso do meu ser
Desejo a profundeza dos cortes
Das flores que nascem nos espinhos
Os fétidos odores dos desajustados em seus ninhos
Que de tão autênticos fizeram florescer
A humanidade em geodos naturais
12/09/2014
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
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