Não ter vergonha de sentir vergonha
Vai, menino! Pergunta.
Melhor, diz o que sente.
Como são seus dias?
Me ensina um pouco mais.
Ei! Deixa eu ser teu amigo.
Quero brincar também!
Quantas estrelas será que tem no céu?
Cuida bem pra luz não se apagar.
A busca pela simplicidade tem labirintos cotidianos...
Por vezes entranhas escuras e feridas profundas.
Perder-se...
É arte.
Boa, professor! Aprende com as crianças!
Adultos sabem das coisas da vida.
Mas são elas que sabem dar vida as coisas.
Rio Baca, Gurupá.
Gratidão, comunidade ribeirinha.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
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