O fim da batalha
Ofertado a Felipe Militão e Gabriela Aparício de Carvalho
Os medos imaginários...
Mistérios sutis da existência
Correntes violentas da vida,
São também possibilidades de descoberta.
O confronto com a morte, com os Deuses, com o ego,
O entendimento de si, do certo e do errado, do imoral,
Do absurdo que vem a ser dedicar a vida ao mal.
Durante esses combates, o maior dificuldade, é o fim da dualidade.
Mesmo com tanta culpa, com tantos medos, delitos e conflitos,
É preciso compreender que a escuridão se trata de um desequilíbrio...
De luz.
Se quiser vencer o inimigo, é preciso amá-lo.
Elevar sua frequência, transformar a dor em arte.
A atribuição de mal é um conceito humano,
Talvez por isso estúpido.
O que existe, de verdade, é a ignorância.
E o despertar da consciência, afirmo com firmeza:
O único caminho pra verdadeira libertação.
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário